Saturday, August 18, 2012

Rethinking our jobs NOW!


As a young servant of the Lord, I love to think about creative ways to bring meaning into our lives. This week, I have been thinking about the intersection between faith and work. It is not new for us, that we spend a great amount of time in our work places. I believe this is an opportunity to show our true identity as kingdom workers.


Since our childhood our parents' desire is for us to professionally succeed. There is nothing wrong with that! We want to work in areas that satisfy us, and there is nothing wrong with that either. However, sometimes I feel like desires and illusions coming from inside of me are far from what God has called me to do now! Sometimes I need to be reminded that God has greater plans for my life, and I just need to be a humble servant, so my life can bring meaning not only to the work environment, but also in the other spheres of life.


In the work environment, we must understand, we do not work for ourselves! We do not work for our parents, neither for any other person. So, whom do we work for? 

Slaves, obey your earthly masters in everything; and do it, not only when their eye is on you and to curry their favor, but with sincerity of heart and reverence for the Lord. Whatever you do, work at it with all your heart, as working for the Lord, not for human masters, since you know that you will receive an inheritance from the Lord as a reward. It is the Lord Christ you are serving. Anyone who does wrong will be repaid for their wrongs, and there is no favoritism. Masters, provide your slaves with what is right and fair, because you know that you also have a Master in heaven. (Colossians 3:22-4:1)

The Scriptures are clear that we work for a bigger purpose. Christ is our supreme master; therefore, he is the only one who will reward us at last, if we decide to obey and serve him only.
Our jobs must be a vehicle, in which we perform in a way that Christ may be glorified through our actions, words, behaviors, etc. May God help us to bring our faith into our work place!



Monday, October 31, 2011

Oposição em Betel (2 Reis 2.23-25)

Continuacao do estudo em Eliseu: salvação para todos, em nome do SENHOR.       

O ministério de Eliseu também se desenvolveria em circuitos, em rotas. Rotas de profetas. Ele havia caminhado ao lado de Elias na curta jornada de Betel a Jericó; sob a direção do SENHOR, ele percorreria o percurso contrário. Depois do primeiro sinal público em Jericó, Eliseu subiu a Betel.  A cidade sediava uma escola de profetas, mas, também preservava um reduto importante de idolatria: Jeroboão, o primeiro monarca do Reino do Norte, havia estabelecido altares nas imediações, explorando a localização estratégica. Portanto, nos dias de Eliseu, ‘Bet-El’, a ‘Casa de Deus’ era uma cidade dividida! Em seus limites, alguns honravam ao SENHOR, o Deus de Israel, outros, se curvavam diante de divindades mitológicas cananéias.

Logo em sua chegada, antes mesmo de passar pelas portas da cidade, Eliseu foi abordado por mais de quarenta jovens. No texto original, está claro que eles não eram crianças ou meninos, mas rapazes. Com declarações insinuantes e provocantes, se aproximaram e procuraram abertamente oprimir o profeta:“Sobe, calvo! Sobe, calvo!” As vozes de escárnio, não apenas ofendiam Eliseu mencionando, com deboche,  algo de seu aspecto físico, mas, visavam atingir a sua autoridade profética.  As declarações não eram nada infantis, como se afirmassem: “Vamos, careca, suba, entre na cidade!” Não! estavam indo muito além: “Vamos, careca, suba ao céu como o velho Elias, afinal, você é mesmo um homem de Deus, cheio de poder, não é mesmo? Ou ainda pior: “Vamos, você agora está careca, desnudo, sem a proteção de Elias!” Seja qual fosse a conotação pretendida, havia mesmo um incontrolável desejo de insultar o profeta, ou melhor, humilhá-lo, não em razão de qualquer marca depreciativa em seu corpo, pois, na verdade, Eliseu tinha na ocasião a cabeça coberta, como era usual em seu contexto. Não havia, portanto, provas para afirmar ou não a sua calvície. Os rapazes, muito provavelmente, não eram os únicos de Betel que desconsideravam a Eliseu  e não o aceitavam como o novo “Pai dos Profetas”; pais e parentes deveriam pensar de forma semelhante. Havia mesmo franca oposição em Betel, não apenas a Eliseu, mas ao Deus de Eliseu. 

Eliseu então voltou-se para os agressores e os amaldiçoou “em nome do SENHOR”. Mesmo terrivelmente provocado, Eliseu não procurou vindicar a si mesmo; a maldição não foi uma simples reação pessoal, uma resposta emocional. Os jovens de Betel não estavam afrontando apenas um homem, mas um homem de Deus, o recém-ordenado porta-voz do SENHOR. Como em episódio anterior, no qual Elias tinha sido ameaçado por soldados do rei Acazias,  a autoridade do pleno representante do SENHOR havia sido desafiada. Na ocasião, Elias clamou por fogo do céu e cem dos homens do rei foram exterminados; os cinqüenta poupados foram os bem conduzidos por um capitão sensato, que havia reconhecido o poder de Deus na vida do profeta.  Em ambos os casos,  a ação drástica não foi definida por homens envolvidos em um conflito, mas sancionada pelo juízo de Deus, contra os que procuravam atacar a santidade de seus próprios escolhidos. Naqueles dias, desaprovar um profeta como Elias ou Eliseu era desaprovar o próprio Deus!

Deus lançou mão de animais selvagens. Há um outro evento semelhante em 1Reis 13. Procurem encontrá-lo e então tracem as comparações. Todos os quarenta e dois que haviam armado o ataque, o complô contra o profeta foram ‘despedaçados’ por duas ursas. Sim, duas fêmeas defenderam o profeta como à própria cria! Provavelmente, os jovens loucos tenham tentado salvar uns aos outros, mas, por fim, todos foram vítimas da força superior das ursas. As notícias a respeito certamente correram rapidamente e confirmaram a autoridade profética de Eliseu.

De Betel, Eliseu foi então ao Monte Carmelo, em uma viagem bem mais longa, de aproximadamente cento e dez quilômetros. O monte Carmelo havia sido o palco da revelação de Deus a todo Israel, por meio de Elias. Talvez, o próprio Eliseu tivesse estado presente, no dia em que os profetas de Baal, que comiam à mesa de Acabe e Jezabel, foram mortos por Elias, junto ao ribeiro Quisom. A visita ao Carmelo, sem dúvida, indicava a Eliseu que  o ministério de Elias e o seu tinham conectividade, e a ação de Deus em Israel seria ininterrupta. Por fim, segundo a narrativa bíblica, depois da peregrinação ao Carmelo, Eliseu rumou para Samaria, capital do Reino do Norte, sede do governo, onde muitos de seus sinais seriam manifestados. Os primeiros dias do ministério de Eliseu, intensos como foram, serviram para que todas as dúvidas  a respeito de seu ministério terminassem definitivamente, até mesmo eventuais dúvidas do próprio profeta, mas, especialmente, de todo o Israel:   Eliseu, o sucessor de Elias, o profeta de Deus, o homem de Deus.

Ministério confirmado e defendido pelo SENHOR. Eliseu, e sua mensagem: Salvação para todos, em nome do SENHOR.

                                                                                                                        Ernesto Ferreira Junior

Friday, October 21, 2011

The glory of God

Have you found yourself with a "word" or "idea" in our mind, that simply keeps coming back to you? Also every time you study/read something you are somehow able to connect this same idea to what you are studying?

Lately I have been experiencing that. Last sunday I shared with the children at my church about what God has been speaking to me about his character and his glory. The main passage we saw, God had this intimate relationship with Moses, in which they would talk to each other face to face, like a man talks to his friend (Exodus 33:11). It amazed me that God, the creator of the universe, who is Holy in his essence; would still reveal himself to mankind and would allow us to enter in his presence by calling us by name. I came to understand this God wants to participate with us in the exchanges of love that will make a profit for His kingdom.

This amazing God also calls us to display his glory among the nations, therefore he is not an egomaniac being, He wants us to experience his glory and share it to the world. Something I have been thinking about is that when we neglect this God, somehow we are declaring that we prefer the glory of this world and this earthly pleasure more than the glory of God. Sin is corruptive and it has severe consequences. However, there is good news in the personhood of God. This glorious God still wants to walk with us and to cover us with his presence, so we can better engage in his passion and in his kingdom.

Monday, December 27, 2010

O Primeiro Sinal Público (2 Reis 2.15-22)

Continuacao do estudo em Eliseu: salvação para todos, em nome do SENHOR.

De fato, a transição ministerial de Elias para Eliseu antecipa uma outra. Há vários detalhes coincidentes. Tanto João Batista quanto o SENHOR Jesus foram recebidos com reservas e resistências, especialmente por parte das ordens religiosas instituídas. Muitos não creram na pregação do SENHOR, pois afinal duvidaram de sua autoridade, e mais, não a reconheceram como divina. Profetas de Deus, por vezes, são questionados. Eliseu foi aceito, no entanto, a sombra de Elias ainda estava presente.
Eliseu havia recebido o poder para a carreira profética, o manto de Elias já estava em suas mãos. Entretanto, mesmo as testemunhas oculares da passagem miraculosa de Elias e Eliseu pelo Jordão, e do retorno solitário de Eliseu, também miraculoso, ainda esperavam por Elias. Os cinqüenta discípulos dos profetas tinham sido informados que o SENHOR tomaria ao seu servo Elias, porém desejavam ver para crer, ou, talvez, investigar para então aceitar a sua partida. A despeito de terem reconhecido a Eliseu como o legítimo sucessor,  a ponto  de prostrarem-se diante dele, ainda  esperavam descobrir o paradeiro do velho profeta. A localização exata de Elias, em seus anos de ministério itinerante, sempre havia sido misteriosa; suas rotas, imprevisíveis. Talvez, também por essa razão, os cinqüenta homens tenham pensado que Elias, ou pelo menos o seu corpo, bem poderia estar escondido: “Nalgum dos montes ou nalgum dos vales”.  Eliseu sabia que havia certa incredulidade e mesmo ignorância, e que qualquer operação de busca seria mais do que desnecessária, seria, de fato, fútil e inútil. Eliseu procurou dissuadi-los; os discípulos, no entanto, foram bem teimosos. Por fim, Eliseu consentiu com as várias insistentes solicitações. Reflitam a respeito.
Os enviados voltaram após três dias de buscas e encontraram Eliseu a espera deles, ainda em Jericó. Depois da missão frustrada, os jovens profetas ainda precisaram ouvir as palavras do novo “Pai dos Profetas”: “Não vos disse que não fôsseis?”
Ainda em Jericó, o profeta Eliseu foi procurado pela população da cidade. Um desafio de grandes proporções nos primeiros dias de sua ação profética o aguardava. Ele não era mais o segundo homem de Deus a ser procurado, era então o primeiro a ser buscado para revelar a vontade e o poder do alto. Jericó tinha, por sua localização,  muitos recursos naturais, inclusive hídricos, já que estava situada em uma área fértil do Vale do Jordão. De qualquer forma, as águas de uma fonte, aparentemente principal, tinham se tornado más. Possivelmente, quando usadas para irrigação na agricultura ou mesmo para hidratação na pecuária, em vez de garantirem sobrevivência, determinavam morte. Obviamente,   havia riscos consideráveis para todos os moradores que desejavam se beneficiar das águas do manancial.
A solução apresentada pelo profeta traria cura substancial, por meio de uma ação pedagógica. Ele solicitou um prato novo, uma escolha significante e também sal, algo inusitado. Meditem bem! Ainda que na história de Israel, nas prescrições levíticas, sal garantisse preservação e pureza, a idéia de usar sal nas águas, pelo menos a princípio, não pareceria conveniente, afinal elas poderiam ficar piores e não melhores.    Águas salgadas não são tragáveis! Mas, por meio do poder de Deus, o procedimento atípico trouxe o resultado tão esperado, e não para um dia, nem para uma estação, mas para o futuro. Eliseu usou a forma profética clássica em seu pronunciamento: “Assim diz o SENHOR: tornei saudáveis estas águas; já não procederá daí morte nem esterilidade.”
O primeiro milagre dos muitos do ministério do profeta Eliseu, teve mesmo um claro caráter simbólico. Foi, portanto, um verdadeiro sinal.     As águas más e as terras estéreis significavam a condição espiritual do Reino de Israel; em seus limites, a morte era a conseqüência óbvia da contaminação e poluição geradas pela idolatria e infidelidade prevalecentes. A condição do mundo hoje é ainda mais alarmante, “o mundo inteiro jaz no Maligno”. Mas, o SENHOR Jesus, sim Ele mesmo, é quem lança no mundo o sal presente em sua Igreja, para promover cura, purificação e para garantir algum sabor vital às relações humanas que apodrecem rapidamente. “Vós sois o sal da terra." Conversem seriamente a respeito. “O sal é certamente bom; caso porém, se torne insípido, como restaurar-lhe o sabor?
O profeta Eliseu, “Deus é salvação”,  novo ‘Pai dos profetas’ começou anunciando que a cura, a restauração, e a salvação pertencem ao SENHOR, nunca a falsas dividandes, nunca a Baal. A acão purificadora, permanente de Deus na fonte de Jericó seria um memorial eterno que apontaria para o poder do único que estabelece e reestabelece a sua criação, livrando-a da improdutividade e da promiscuidade. Deus está incansalvelmente propondo vida em um mundo sentenciado à morte.
Águas purificadas pelo Poder purificador. Eliseu, e sua mensagem: Salvação para todos, em nome do SENHOR. 
Ernesto Ferreira Jr.

Tuesday, December 21, 2010

Understanding the Kingdom better through the letter of James

          Continuing to explore the message of the Kingdom and the implication of Jesus’ invitation for us to pursue a radical transformation from inside out according to the Sermon of the Mount, I would like to look today at the letter of James. This New Testament letter had a great impact in my life. I remember when I was still in middle school and I started to study this letter with my father. I believe it was the first book of the Bible that really instigated in me a passion and reverence to the Word of God. I was challenged in many ways to pursue integrity in my walk with the Lord, and even though I was young, I understood the relevance of James’ apprehensions about the social impact of our attitudes.
This letter differs somewhat from others letters in the New Testament, since James presents the Christian message relating to the social impact of holiness. The book also uses a straightforward language marked by unambiguous ethical teaching and authoritative pronouncement. James was addressing the twelve tribes (1:1), which most likely were Jewish people scattered among the nations. Interestingly enough the book of James correlates to the gospel of Matthew. Both were Jewish writers writing to Jewish audiences. Perhaps James wanted to translate Jesus’ invitation in the Sermon of the Mount for us to be co-participants of the Kingdom of God into practice. Therefore, his main goal was to encourage the audience to pursue holiness in the social context; in other words, they were instructed to translate their love for God and for others through faith and works.
Today I would like to look at the first verse of this letter: “James, a servant of God and of the Lord Jesus Christ, to the twelve tribes scattered among the nations: Greetings” (James 1:1 – NIV). Since the name “James” was very common in the early Church, we cannot know for sure the authorship of this book. Most likely the author was one of Jesus’ brothers, so it makes sense that James attempts to radically challenge the audience, since he experienced suffering and persecution in the early days of the Church. Scholars believe James was martyred at A.D. 62.
 James refers to himself as a servant of God and of the Lord Jesus Christ. This perhaps represents James’ humility in identifying himself with the word “servant.” This word in the Jewish context represented a very low social position; it was worse than a position of slavery. In order for us to experience the Kingdom, we need to understand what it means to be a servant of God. Jesus gave his example when he washed the disciples’ feet (John 13:1-12). This shows us that we need to be willing to humble ourselves so we can serve others. Service also represents loyalty upon the Master. James understood his role in the Kingdom of God that we must serve God by serving others. We can also grasp from this verse a sense of authority, in order for us to influence others in seeking to experience salvation we cannot have a selfish agenda; therefore the model of servanthood is to be lived out by those in leadership.
James is such a rich letter, there are so many implications from the text and I am amazed by what we can grasp by studying only one verse. In the first verse of the letter, we understand what our position should be according to Jesus teachings. We can experience the Kingdom today by serving others, and by being loyal to God. Studying the Scriptures requires an understanding of the matter presented to the ancient audience. By understanding the audience, context, culture, etc… we are able to comprehend more about this Book. God wants to reveal Himself through His Scripture, may our minds and hearts will be open for what He has to say and teach us so we can grow in the fear of the Lord.

Monday, December 20, 2010

O Manto, em Novas Mãos (2 Reis 2.1-14)

O rei Acabe tinha morrido. A despeito das veementes advertências do profeta Micaías, o rei de Israel, com o apoio de Josafá, rei de Judá,   havia declarado guerra à Síria, pela retomada de Ramote-Gileade. Antes de sua decisão, havia relativa paz em relação ao inimigo histórico.   Os detalhes que cercaram a morte de Acabe seguiram as palavras proféticas de Elias. Ferido mortalmente por uma flecha, disparada sem alvo específico, Acabe resistiu por algumas horas, mas, por fim, faleceu; o sangue acumulado em seu carro de batalha  serviu aos cães de Samaria. Após a sua morte, o declínio do poderio militar do Reino do Norte tinha se processado ainda mais velozmente. Os moabitas, e outros, que haviam  estado sujeitos a Israel já tinham reconquistado temporariamente a independência (2 Reis 1). Após o curto governo de Acazias, um outro filho de Acabe, Jorão, havia sido levantado como rei em Israel. Em meio a tal contexto, de convulsões sociais e transições políticas, uma outra sucessão,  muito mais importante para a condição espiritual do Reino, se confirmaria. Longe da projeção da corte, dois profetas, um em final de ministério e outro, ainda em início, andavam juntos.

“Quando estava o SENHOR para tomar Elias ao céu, Elias partiu de Gilgal em companhia de Eliseu. Disse Elias a Eliseu: O SENHOR me enviou a Betel,... O SENHOR me enviou a Jericó,... O SENHOR me enviou ao Jordão...” Essa Gilgal não era a cidade histórica dos tempos da conquista de Canaã. Ao deixá-la, os dois profetas caminharam aproximadamente onze quilômetros sentido sudeste e chegaram a Betel e então a Jericó, cidade bem próxima ao rio Jordão. A despeito da idolatria reinante, as três cidades sediavam escolas de profetas, provavelmente abertas por Elias, durante o seu ministério no Reino do Norte. Sim, os lugares de rebelião eram também as sedes da resistência. Reflitam:     No Reino do Sul, havia o templo edificado, e as ordens sacerdotais levíticas, estabelecidas, entretanto, em Israel, os profetas não contavam com o apoio de nenhum outra classe atuante de servos do SENHOR. Elias foi impulsionado a visitar os discípulos nos três centros, ciente de que estava na iminência de ser tomado pelo SENHOR. A peregrinação pela rota da ascensão, sem dúvida, permitiu que as escolas fossem confirmadas, em um processo semelhante ao adotado pelo apóstolo Paulo e companheiros em relação às igrejas nascentes(Atos 15.36-41).

Segundo o texto bíblico, Elias, por três vezes, insistiu com Eliseu a fim de que ele não o acompanhasse em sua rota final. No entanto, Eliseu, bem como os discípulos das escolas de Betel e Jericó, sabia que naquele mesmo dia Elias seria trasladado. Portanto, todos esperavam o momento terminante, mas, pelo menos a princípio, não sabiam que as expectativas eram comuns. Eliseu já havia acompanhado Elias por aproximadamente sete anos. Desde o dia de sua convocação, ele havia aprendido por observação, ou mesmo por imitação, as várias exigências e facetas da carreira de um profeta. Seus conhecimentos, por certo, já eram consideráveis, no entanto, o poder para exercer o ministério, poder semelhante ao de Elias, era algo que Eliseu ainda não possuía. Assim, Eliseu decidiu não se afastar de Elias, nem por um momento sequer,  pois esperava receber a herança de seu pai espiritual, a porção dupla destinada ao filho primogênito.
Quando chegaram finalmente ao Jordão, Elias tomou o seu manto, o mesmo que ele havia usado em Horebe e em Abel-Meolá, e o enrolou e bateu contra as águas do rio, ao que se abriram imediatamente. O manto, símbolo visível do ofício profético,  foi o veículo para a ação do poder do Espírito do SENHOR. O milagre tem muitas semelhanças com um outro, no qual um  profeta de Deus partiu as águas do Mar Vermelho; o objeto em suas mãos, no entanto, não era um manto, mas um...(Êxodo 14. 15-25). No primeiro caso, o mar foi aberto para uma nação, no segundo para dois servos de Deus, sob os olhares atentos de cinqüenta discípulos dos profetas.
Logo após a travessia,  Eliseu teve a sua chance; o seu pedido a Elias foi expresso: “Peço-te que me toque por herança porção dobrada do teu espírito.” Na verdade, segundo a linguagem do Antigo Testamento, o espírito de um homem não era o aspecto imaterial de sua existência, mas a expressão visível da presença do Espírito de Deus em sua vida. Assim, o espírito de Elias, buscado por Eliseu, era menos a soma das características da  própria pessoa de Elias e mais a evidência das ações e manifestações do Espírito em Elias. Portanto, o desejo de Eliseu    não era simplesmente ser duas vezes mais poderoso ou duas vezes mais popular do que Elias, mas sim ter os recursos espirituais suficientes para garantir o prosseguimento do ministério profético em Israel, sob a benção de Deus. Logo, Elias não poderia prometer algo que caberia apenas ao SENHOR definir. Porém, sob a inspiração do Espírito, ele propôs um sinal a Eliseu: Caso o suplicante discípulo o visse em sua ascensão, seu pedido seria confirmado.
Enquanto andavam, repentinamente, um carro celestial com cavalos flamejantes passou no meio deles e os separou. Elias então foi elevado ao céu, em um turbilhão! Sim, dessa vez, Deus estava no grande e forte vento. Eliseu impactado gritou: “Meu pai, meu pai, carros de Israel e seus cavaleiros!”. A expressão significava a constatação da importância de Elias como guardião do Reino de Israel. Diante da cena grandiosa, Eliseu rasgou as suas roupas em duas partes, tomou o manto que Elias havia deixado cair, o empunhou, o levantou e voltando-se ao Jordão, e como Elias poucos minutos antes, o projetou contra as águas. Diante das testemunhas da ascensão, perguntou: “Onde está o SENHOR, Deus de Elias?” Um sinal respondeu a pergunta: Eliseu fez o percurso de volta em solo seco. O primeiro milagre de Eliseu demonstrou que a partida de Elias não significava a partida do SENHOR de Israel, pelo contrário, o poder do alto seria revelado de forma ainda mais contundente por meio dele. Também pelo mesmo sinal, Eliseu, o filho de Elias, foi confirmado como o novo pai dos profetas de Israel.

Em muitos aspectos, a transição ministerial de Elias para Eliseu antecipa uma outra. Conseguem identificá-la? Pensem: A voz solitária do deserto, que clama por arrependimento, dando espaço à mensagem pública, que anuncia salvação.  As semelhanças são óbvias. Assim como João anunciou a chegada de Jesus, Elias chamou o seu sucessor; assim como o Espírito desceu sobre Jesus, ao ser batizado por João, Eliseu recebeu o poder para a carreira profética, quando o manto de Elias chegou em suas mãos.
O manto em novas mãos. Eliseu, e sua mensagem: Salvação para todos, em nome do SENHOR.  
Ernesto Ferreira Jr.

Thursday, December 16, 2010

Wit (Movie Review)

           The Kingdom ethics are not high ideals but transforming initiatives one must have in order to participate in the Kingdom of God. To learn how to relate to our neighbor is not an easy task. Several times we find ourselves in certain circumstances that make us reflect how we should relate to our neighbor. The movie "Wit" presents a true reality in our society in terms of relationships. People often times do not treat their neighbor in the way they should because they are blind to the message of the Kingdom. Learning and acting according to the Sermon of the Mount is the key to overcome the barriers that often times are seen in the various levels of relationships in our society.
            The main character of the movie: Vivian Bearing is overwhelmed. Even though she does not realize in the beginning how tough her situation is, she is constantly fighting in order to find a solution for her problems. One might say her vocation and background play a significant role in her relational life because she often times go back and refers to them as she is trying to figure it out a specific answer in her life. Vivian is extremely sick; she has been diagnosed with terminal ovarian cancer, which determines that she will have to be in treatment in case she wants to overcome the illness.
            By accepting the treatment with some reservation due the complexity of her state, she finds herself in a hospital room, where she will have to deal with different people that have different goals and values than her. She keeps thinking over her past and trying to solve problems by acting in an empiric way; she is a very intelligent woman with a PhD in philosophy, which makes her reflect and contemplate different aspects of her life as well as other people that are involved in her life. During the movie, we see her talking to herself always using a very scholarly language which tells us the level of intelligence she is used to in her life. She used to be a very tough professor before she is diagnosed with cancer.
            The first person that deals with Vivian is Dr. Kelikian. Head of the research project at the hospital, he is very precise in his use of the words. He is very direct in his explanation of the disease in the beginning of the movie, and he will treat Vivian as an object of study for his research. He is not very concerned about Vivian and her anxieties as a human being, which undermines their relationship. In the same way, Jason, who is a young research doctor who had Professor Bearing when he was still studying at the university when professor Bearing use to teach.
            Both Dr. Kelikian and Jason’s attitude toward Vivian failed according to the example left from Jesus. Perhaps their professional career plays out a significant role in the way they have to relate to their patients; however, they do not show any concern regarding respect, love and compassion. Jason still shows a kind of respect and honor toward the professor due all the things she accomplished as a professional in the area of education; however, he does not identify himself with the suffering nor try to show his concern for her emotional, psychological and spiritual needs.
            On the other hand, we have Suzie who is a nurse at the hospital and is very concerned about Vivian, during the movie she identifies herself the patient’s suffering. This concept of identification was the same Jesus had for the poor and oppressed in his ministry. Jesus’ main concern was for the lost and his passion was to reveal God will to them. It is interesting to see how Suzie relates to Vivian, when she is experiencing one of the toughest stages of her treatment. When Suzie comes in her room at four in the morning, she is very cautions in the way she approaches professor Bearing, even though her character in the movie is more simplistic compare to other characters regarding her social status, she is the one who gets the deep meaning of a relational life.
            One professional way we can engage in this movie regarding our professional lives is to not let professional things such as ambition, money, success modify our mindset which should be rooted in the Kingdom message. Since we have been called to be a “Kingdom Worker” no matter where we are, we should pursue the Kingdom of God first as this verse illustrates; “But seek first his kingdom and his righteousness, and all these things will be given to you as well” (Matthew 6:33 – NIV). Living the Kingdom message must show out integrity in the various levels of relationship in the many scales of society.